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quinta-feira, 5 de março de 2009

TIC

terça-feira, 3 de março de 2009

Grandes da Electrecidade

James Watt


Inventor da moderna máquina a vapor, que possibilitou a revolução industrial, James Watt foi mundialmente reconhecido quando seu nome foi dado à unidade de potência de energia -- watt.
Por não possuir o certificado de aprendiz, teve dificuldades em montar uma oficina em Glasgow. Em 1757, no entanto, conseguiu ser escolhido para fabricar e reparar instrumentos matemáticos da Universidade de Glasgow.
Em 1763 recebeu para consertar uma máquina a vapor do tipo Newcomen, a mais avançada de então. Observou que a perda de grandes quantidades de calor era o defeito mais grave da máquina, e idealizou então o condensador, seu primeiro grande invento, dispositivo que seria mantido separado do cilindro mas conectado a ele. No condensador a temperatura do vapor seria mantida baixa (cerca de 37o C), enquanto no cilindro permaneceria elevada. Procurou, assim, alcançar o máximo de vácuo no condensador. Watt fechou o cilindro, que antes permanecia aberto, eliminou totalmente o ar e criou uma verdadeira máquina a vapor.
Em 1769 obteve a primeira patente do invento e de vários aperfeiçoamentos por ele próprio concebidos. Endividado, associou-se a John Roebuck, que o ajudou financeiramente. Um protótipo foi construído e sobre ele se realizou a correcção de algumas falhas. Matthew Boulton, dono de uma firma de engenharia, comprou a parte de Roebuck e deu início à construção das máquinas projectadas por Watt.
De amplo emprego na secagem de minas, o engenho de Watt era destituído de qualquer aplicação mais prática até que seu inventor idealizou a "gaveta", movida pela própria máquina e destinada a fazer o vapor actuar sobre as duas faces do êmbolo, ao mesmo tempo que impelia o vapor para o condensador. Novos detalhes foram ainda aperfeiçoados até que o motor atingiu a forma sob a qual tornou-se universalmente empregado a partir de 1785. James Watt morreu em Heathfield Hall, perto de Birmingham, Inglaterra, em 25 de Agosto de 1819.

Alessandro Volta


Alessandro Volta nasceu em Como, Itália. Em 1780, Volta mostrou que a origem da corrente eléctrica, descoberta por Luigi Galvani, não estava nos seres vivos mas sim no contacto entre dois metais diferentes num meio ionizado. Volta contrariava assim as afirmações de Galvani apoiadas em experiências com órgãos de animais e electricidade. Decorrente destas suas investigações construiu as primeiras pilhas químicas no final do século xviii, marcando o início do estudo da electricidade e dos circuitos eléctricos. Estes estudos foram as bases do rápido desenvolvimento da teoria electromagnética nas décadas seguintes. Volta também descobriu e isolou o gás metano e inventou o electróforo, aparelho que permite produzir cargas electrostáticas por atrito. Em 1801 fez uma demonstração da pilha química a Napoleão, que o condecorou com o título de conde. Foi director da Faculdade de Filosofia da Universidade de Pádua.

Georg Simon Ohm

Físico e matemático alemão, nasceu em Erlangen, na Baviera. Foi professor de matemática em Colónia e em Nuremberga. Entre 1825 e 1827, Ohm desenvolveu a primeira teoria matemática da condução eléctrica nos circuitos, baseando-se no estudo da condução do calor de Fourier e fabricando os fios metálicos de diferentes comprimentos e diâmetros usados nos seus estudos da condução eléctrica. Este seu trabalho não recebeu o merecido reconhecimento na sua época, tendo a famosa lei de Ohm permanecido desconhecida até 1841 quando recebeu a medalha Copley da Royal britânica. Até essa data os empregos que teve em Colónia e Nuremberga não eram permanentes não lhe permitindo manter um nível de vida médio. Só depois de 1852, dois anos antes de morrer, conseguiu uma posição estável como professor de física na Universidade de Munique.

André-Marie Ampère
Nasceu próximo a Solidade, na França em 1775. Foi professor de Análise na Escola Politécnica de Paris e no Collège de France. Em 1814 foi eleito membro da Academia de Ciências. Ocupou-se com vários ramos do conhecimento humano, deixando obras de importância, principalmente no domínio da física e da matemática. Partindo das experiências feitas pelo dinamarquês Hans Christian Oersted sobre o efeito magnético da corrente eléctrica, soube estruturar e criar a teoria que possibilitou a construção de um grande número de aparelhos electromagnéticos. Além disso descobriu as leis que regem as atracções e repulsões das correntes eléctricas entre si. Idealizou o galvanómetro, inventou o primeiro telégrafo eléctrico e, em colaboração com Arago, o electroíman.
Entre suas obras, deixou por terminar Ensaio sobre a filosofia das Ciências, na qual iniciou a classificação do conhecimento do homem. Publicou Recueil d'Observations électro-dynamiques; La théorie des phénomènes électro-dynamiques; Précis de la théorie des phénomènes électro-dynamiques; Considérations sur la théorie mathématique du jeu; Essai sur la philosophie des sciences.
Em sua homenagem, foi dado o nome de ampere (símbolo: A ) à unidade de medida da intensidade de corrente eléctrica.

Hans Christian Oersted

Em um ensaio publicado em 1813 ele previu que deveria existir uma ligação entre a eletricidade e o magnetismo. Em 1819, durante uma aula de Eletricidade, aproximou uma bússola de um fio percorrido por corrente. Com surpresa, observou que a agulha se movia, até se posicionar num plano perpendicular ao fio. Quando a corrente era invertida, a agulha girava 180º, continuando a se manter nesse plano. Esta foi a primeira demonstração de que havia uma relação entre electricidade e magnetismo.
Esse efeito, que foi chamado efeito de Oersted, pode ser verificado com uma pilha comum de 3 volts, um pedaço de cobre e uma bússola de bolso. Faça o fio passar sobre o vidro da bússola. Ligue uma ponta do fio a um dos pólos da pilha e a outra ao pólo oposto. Assim que fizer a segunda ligação, a agulha da bússola mudará de direcção: deixará de apontar para o Norte para se colocar perpendicular ao fio de cobre.
A descoberta do efeito de Oersted levou à fabricação dos primeiros galvanómetros. O galvanómetro compõe-se de uma agulha imanada, circundada por uma bobina de fio metálico. Quando a corrente eléctrica atravessa a bobina, a agulha se desvia - evidenciando a passagem da corrente. O desvio para um lado ou para o outro, indica o sentido em que a corrente está fluindo pelo fio. Dependendo da intensidade da corrente este desvio pode ser maior ou menor.



Michael Faraday


Michael Faraday nasceu perto de Londres. Aos 14 anos deixou a escola e começou a trabalhar. Durante oito anos foi aprendiz num encadernador, beneficiando da tolerância de seu patrão que lhe permitia ler os livros que encadernava. Em 1810 fez-se membro da City Philosophical Society, reunindo-se a um grupo de jovens que discutiam temas científicos. Em 1812, Humphry Davy ao fazer uma apresentação pública ganhou a admiração do jovem Faraday. Este, escreveu-lhe uma carta acabando por se tornar seu assistente um ano mais tarde. São muitas as contribuições de Faraday para física e para a química sendo provavelmente o maior físico experimental de todos os tempos. Faraday introduziu os conceitos de campo e de linhas de campo e descobriu a indução electromagnética e o diamagnetismo. Construiu o primeiro gerador de corrente. Seguindo o trabalho de Davy, estudou a electrólise estabelecendo as bases da electroquímica. Sendo um cientista tão ecléctico, a biografia de Faraday abre este capítulo pela importância do seu trabalho no estudo dos condensadores e dos dieléctricos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Previsão Sucesso


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

L.P.

Conjunções e Locuções Coordenativas
1. Identifica nas frases seguintes as conjunções e locuções coordenativas que encontrares.
1. Sei o nome da tua rua, no entanto não sou capaz de lá ir ter.
no entanto: locução conjuncional adversativa.
2. Nem ele me telefona nem eu o faço.
nem: locução conjuncional disjuntivas
3. Tenho estudado todos os dias, portanto não preciso de ficar em casa no Sábado.
portanto: conjunção conclusiva
4. Aos Sábados, gosto de ouvir música e de passear.
e: conjunção copulativa

2. Constroi frases complexas com sentido, juntando por meio da conjunção ou locução coordenativa adequada uma frase proposta na lista I com outra da lista II.
I
a. O automobilista conduzia a uma velocidade louca, ainda assim não levou uma multa.
b. Deflagrou um incêndio no armazém, no entanto não ouve vitimas.
c. O Luís encontrou amigos no café, por isso falou com eles.
d. Nos dias de greve dos transportes de modo que anda-se a pé.
e. O sal em excesso faz mal à saúde, logo ficamos doentes
II
a. Os bombeiros chegaram prontamente, porém queimaram-se algumas árvores.
b. Apanha-se um táxi, ou chegamos atrasados.
c. Ele foi multado, porque andou mais de 200 h
d. Muitas pessoas preferem a comida salgada, mas quando comem não se lembram da sua saúde.
e. Ficaram a conversar até à meia-noite, e la se apaixonaram.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

O que é a AMI


A AMI – Fundação de Assistência Médica Internacional, é uma Organização Não Governamental portuguesa com estatuto jurídico de Fundação, privada, apolítica e sem fins lucrativos.
Desde a sua fundação, em Dezembro de 1984, pelo médico cirurgião urologista Fernando Nobre, que a AMI se assumiu como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência, tendo o Homem como centro de todas as suas preocupações.

Países

Afeganistão
Manutenção de Escola Primária em Nangarhar.

Angola
A AMI desenvolveu missão no Chiange.

Argélia
A AMI prestou apoio a uma ONG do Sara Ocidental em 1998.

Argentina
Apoio à organização "Associação Mulher Migrante Portuguesa".

Austrália
Em 1999 foi efectuada uma missão exploratória para o desenvolvimento de uma missão de emergência...


Azerbaijão
Em Novembro de 1995 e por um período de 6 meses a AMI desenvolveu uma missão de apoio médico neste país.

Bangladesh
No ano 2000 a AMI desenvolveu um projecto comunitário integrado na área da saúde em Jaleswaritola – Bogra.

Benin
De Outubro de 1993 a Dezembro de 1994 a AMI desenvolveu uma missão de apoio ao Arcebispado de Cotonou.

Bolívia
De Outubro de 2003 a Dezembro de 2004 a AMI prestou apoio financeiro à instituição de acolhimento de jovens deficientes “Hogar Teresa de Los Andes”.


Bósnia Herzegovina
Em 1998 a AMI realizou na Bósnia um missão de reabilitação de estruturas.

Brasil
Em 2005, iniciou-se um novo projecto que se prolongará até 2009, denominado “IASS – Inovar o Atendimento de Saúde Social do Hospital e Maternidade Madre Rosa Gattorno”.

Burkina Faso
No bienio 2005/2006 a AMI prestou apoio à ONG "Association pour la Paix et la Solidarité".

Burundi
Em 1994 a AMI efectuou uma missão exploratória a Bukavu.

Cabo Verde
Missão de “Saúde Escolar e Assistência de Enfermagem” na Ilha do Fogo


Camarões
Em resposta ao apelo do Kumba Project a AMI decidiu, em 2007, enviar medicamentos e material clínico.


Chade
Apoio sanitário e alimentar aos refugiados da região de Darfur, Sudão

Chile
Programa de Assistência Médica a Menores de um Centro de Acolhimento para Crianças Maltratadas

China
Apoio a ONG Local.

Colômbia
De 1998 a 2006 a AMI prestou apoio a vários projectos na Colômbia

Croácia
Em 1992 a AMI enviou bens para a Croácia.

Cuba
Missão Exploratória

El Salvador
Apoio às vítimas dos terramotos de Janeiro e Fevereiro de 2001.

Equador
Em 1992 a AMI interveio no país para procurar fazer face a à cegueira

Est. Unidos da América
Apoio financeiro à Cruz Vermelha Norte-Americana para apoio às vítimas do furacão Katrina.

Filipinas
A AMI decidiu apoiar em 2007 o orfanato Bethany House Sto Niño, em Bulacan.

Geórgia
De Novembro de 1995 a Abril de 1996 a AMI realizou uma missão na Geórgia concentrada em duas unidades hospitalares pediátricas.

Guiné-Bissau
Foi na Guiné-Bissau que a AMI instalou a primeira missão da sua história, em 1987.

Honduras
Apoio a vítimas de catástrofes naturais.


Índia
A primeira missão da AMI na Índia realizou-se em 1989.

Ilhas Fidji
Foi efectuada uma missão exploratória em 2002.



Indonésia
A AMI está a apoiar 4 projectos na Ilha das Flores.

Irão
A AMI já realizou no Irão duas missões: uma em 1991 e outra em 2004.

Iraque
A primeira missão da AMI neste país remonta a 1996. A AMI volta ao Iraque em 2003.

Jordânia
A AMI esteve presente na Jordânia em 1990 e 2003.

Kosovo
A AMI participou na construção de um Hopital Pediátrico.

Líbano
A AMI financia dois projectos no Sul do Líbano.

Libéria
Restauração de um centro de saúde.



Macedónia
Em 1999 a AMI prestou Ajuda Humanitária aos Refugiados do Kosovo

Malásia
A AMI desenvolveu dois projectos na Malásia: um em Malaca e outro em Kuala Lumpur.

Mali
Projecto de Assistência Médico-Social, Cuidados Primários de Saúde e reabilitação do posto de Mamaribougou.

México
A primeira missão da AMI remonta a 1995.


Moçambique
A longa relação da AMI com Moçambique remonta a 1991.

Myanmar (ex-Birmânia)
Maio de 2008

Nepal
Workshops de Saúde

Nicarágua
Em 1999 a AMI envio ajuda humanitária para apoio às vítimas do Furacão Mitch.

Palestina
Financiamento para aquisição de uma ambulância.

Panamá
Apoio financeiro à Associação Nacional Pró-Nutrição Infantil - Nutre Hogar

Paquistão
A primeira missão da AMI no Paquistão foi em 2001.

Perú
Apoio a ONG local na Luta Contra a Malária.

Quénia
Desde Março de 2007 que a AMI presta apoio à ONG queniana Poverty Relief Aid.

República Árabe Saraui
Ajuda medicamentosa.



República Centro Africana
Em 2007 a AMI apoia três projectos da Paroisse St. Bernard, em Bangui.


República Democrática do Congo
Assistência médica, Formação e Educação para a saúde.

República Popular Democrática da Coreia do Norte
Envio de medicamentos

Roménia
Missão de Emergência no orfanato de Bilteni.

Ruanda
Em 2007 a AMI desenvolveu o projecto de apoio a viúvas e crianças órfãs do conflito no Ruanda, bem como vítimas da Sida.

São Tomé e Príncipe
São João de Angolares - Distrito de Caué

Senegal
A AMI está presente no Senegal desde 1996.

Somália
Em 1992, pouco antes da intervenção dos Estados Unidos à Somália, para permitir o acesso de ajuda humanitária às populações, a AMI efectuou uma missão exploratória ao país.

Sri Lanka
A AMI efectuou o primeiro projecto no Sri Lanka em 2004.

Sudão
Em 2004 a AMI prestou apoio sanitário e alimentar aos refugiados da região de Darfur, Sudão.

Timor Lorosae
A AMI foi a primeira ONG do Mundo a entrar em território timorense com ajuda humanitária, depois do referendo de 1999.

Tailândia
Financiamento do projecto “Aids Home Care”

Togo
Financiamento da ONG local APPCD - "Association Peuples, Culture et Développement"

Ucrânia
Repatriamento de um doente tetraplégico com dependência total.

Uganda
[Página em construção]


Venezuela
Apoio social à comunidade luso-descendente desfavorecida.

Zimbabué
Os objectivos desta missão são o combate à cólera, à malnutrição e às complicações por VIH/SIDA.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Mapa_Cartografico




Realizámos a tabela na aula de TIC, no programa Excel e reordenámos em função do índice IDH, dividindo-o em IDH baixo, IDH médio, IDH alto e IDH elevado.
Formatamos o mapa no power point e fizemos a respectiva legendagem.
Trabalho realizado por:

Eugeniu Jernovoi Nº7

e com a coloboração do João Nunes Nº 12

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento


A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento é uma instituição portuguesa, privada e financeiramente autónoma.
Pretende contribuir para o desenvolvimento de Portugal, através do apoio financeiro e estratégico a projectos inovadores e através do incentivo à cooperação entre a sociedade civil portuguesa e a americana.•
Criada em 1985, nasce da decisão do Estado português de criar uma instituição de direito privado que de forma perene, flexível e autónoma, promova as relações entre Portugal e os Estados Unidos, visando, com este intercâmbio, o desenvolvimento económico, social e cultural português. O seu património inicial constituiu-se através de transferências monetárias feitas pelo estado Português, e provenientes do Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os EUA (1983). Foi dotada com um capital de 85 milhões de euros e, desde 1992, vive exclusivamente do rendimento do seu património.•
Entre 1985 e 2007, apoiou 12.806 projectos, que se traduziram num investimento de mais de 116 milhões de euros. O capital da Fundação cifrava-se, em finais de 2007, em 134 milhões de euros. Nesta verba não está incluído o valor do edifício-sede.•
O apoio da Fundação é canalizado de diversas formas, incluindo concessão de bolsas, apoio a projectos institucionais e programas de formação e intercâmbio (Bolsas e Projectos). Uma parte importante da actividade da Fundação consiste no lançamento de projectos próprios, que gere individualmente ou em parceria com outras instituições.•

A Fundação é um membro activo das principais redes internacionais de fundações. Pertence ao Conselho de Administração do Centro Europeu de Fundações (EFC) com sede em Bruxelas e está representada no seu Comité Jurídico.
É ainda membro do Council on Foundations, instituição que nos EUA reúne fundações americanas ou que operam nos Estados Unidos.
Encontra-se igualmente associada ao Bellagio Forum for Sustainable Development - grupo de fundações dos EUA e da UE que se dedicam a promover a concessão de subsídios no domínio ambiental e colaboram em iniciativas destinadas a apoiar a governação sustentável.